quarta-feira, 27/01/2010 às 20:51 | Comentários @ N arte, história | 397 palavras

Desde os tempos imemoriais, o homem tem procurado respostas para os enigmas que povoam seu universo. Foi a partir disso que surgiram as crenças, mitos, ritos e a religião, que buscam explicar o que muitas vezes não pode ser explicado. Assim, cada povo possui suas crenças características que, posteriormente, aliadas a outras manifestações e até elementos de outros povos, formam a sua cultura.

A Grécia foi o berço de uma cultura vasta, na qual se destaca a sua mitologia. Politeístas - ou seja, acreditavam em vários deuses -, os gregos inventaram um mundo à parte, com “entidades sobrenaturais” que eram responsáveis pela guerra até aquelas que cuidavam dos assuntos amorosos. Com o passar do tempo e a formação de um novo império, a mitologia grega foi se fundindo com a romana, também muito parecida. Tal união originou o que hoje conhecemos como mitologia grego-romana.

Através da história – e provavelmente pelas viagens marítimas – tais crenças continuaram a ser disseminadas a outros povos, conquistando diversos admiradores com sua rica fantasia. E foi a partir daí que a mitologia passou a ser representada de outras formas, por outras civilizações. Um exemplo notável são as obras de arte, desde esculturas e pinturas renascentistas até o “pop” de Andy Warhol.

A Vênus pop, por Andy Warhol: releitura de Boticelli.

A Vênus "pop", por Andy Warhol: releitura de Botticelli.

Entre os temas mitológicos mais representados na arte, podemos destacar Afrodite (também conhecida como Vênus), deusa da beleza e do amor. As representações artísticas de Vênus não são exclusividade de apenas um estilo ou período, sendo esta assim retratada de várias formas diferents, em várias épocas. Apesar de todas estas diferenças gráficas, um aspecto permanece vivo em todas as obras: a beleza ímpar da deusa do amor.

Vênus ao Espelho (1642-1651), de Velázquez.

Vênus ao Espelho (1642-1651), de Velázquez.





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